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Lunes, 26 de Mayo de 2008

Mi comunidad no participa

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¿Creamos una plataforma y hay poca participación? Antes dejemos claras unas cosas básicas que el dospuntocerismo siempre olvida:

  1. El conjunto de usuarios de un servicio no forma una comunidad. Para que un grupo de personas formen una comunidad tiene que existir una identidad común, una definición clara de quien forma el demos y un conocimiento mutuo entre ellos (tienen que formar una red distribuida). Luego la comunidad podrá crecer, pero lo que es claro es que las comunidades humanas no se forman alrededor de servicios y aún menos alrededor de webs.
  2. Las comunidades usan los servicios, no se definen por ellos. Del mismo modo que no hay una comunidad de usuarios de la seguridad social o del transporte público, no hay una comunidad de usuarios de feevy, flickr, blogger ni de nada que podamos crear, siquiera sea pensando en un perfil muy determinado.
  3. Participar no es lo mismo que interactuar. La interactividad entre sus miembros puede ser una medida de la potencia de una comunidad o de lo adecuado de un servicio para una red concreta, pero no tiene nada que ver con participar. Se interactúa con los otros, se participa de las ofertas del anfitrión. Interactuar tiene lógica distribuida, participar tiene lógica centralizada. Al interactuar somos dueños, al participar somos seguidores. La cultura de la participación no tiene nada que ver con el modo de vida de la interacción. La obsesión por las votaciones no sólo puede suponer generación artificial de escasez, lo que queda lejos de la lógica comunitaria.
  4. Votar sirve para resolver conflictos… y para nada más. Los mecanismos de votación son la esencia de lo participativo: participas de lo de otros, no lo haces tuyo, no interactúas con otros, no se genera una experiencia vital común que fortalezca los lazos con otros. Si votar es nuestra forma de relacionarnos con los otros, esos otros nunca tendrán cara y nombre propio para nosotros. Votar aliena de la relación humana interpersonal: no genera ni fortalece a la comunidad, al contrario, la representa frente a la persona como algo abstracto y ajeno.No olvidemos que en una comunidad lo esencial no es el mecanismo de resolución de conflictos (las eventuales votaciones), sino la definición del demos. No somos iguales porque participemos en la misma asamblea, sino que participamos de la misma asamblea porque nos reconocemos previamente como iguales.
  5. Las plataformas triunfan o fracasan en relación a una comunidad, no en abstracto. Si tengo una comunidad como Exploradores, una pequeña red de iguales que se conocen e interactúan todos los días, discutiendo, cambiando mensajes y enlaces entre si y abro un servicio como marcaprensa para facilitarles lo que ya hacen, lo más probable es que triunfe. ¿Pero qué quiere decir triunfo en este contexto? Simplemente que les sea útil para interactuar entre ellos. La expectativa no es tener muchos usuarios, encuadrar gente, crear cercos poniendo un sello de ganadería… el objetivo es servir al desarrollo de una interacción que ya existía previamente. Si nuestro sitio de enlaces de repente gana muchos usuarios nuevos, gente que lo prueba y lo usa para si o para compartir con su red, pero no convence o no es usado por los miembros de Exploradores… el servicio habrá fracasado.
  6. La gente no existe. Las cosas no se hacen para la gente, no existe un demos que sea la gente. Si abrimos un espacio para la gente o invitamos a votar o decidir un tema a la gente estaremos en realidad invitando a cualquier grupo o red previamente organizada a presentar sus intereses o sus miradas como las del conjunto social, cuando no a reventar los límites de una comunidad realmente existente. Es la trampa habitual del la generación de escasez. No definir el demos es la forma más típica de presentar como comunitario y democrático lo que en realidad es todo lo contrario. ¿Ejemplos? Abrir a la gente en general las votaciones sobre el futuro Monopoly o sobre el representante a enviar a Eurovisión produce resultados paradójicos porque lo que estamos es precisamente reventando los límites del demos de los jugadores de monopoly o los fans de Eurovisión.
  7. Una comunidad no es un tema de interés. Ofrecer servicios o contenidos para un determinado perfil de intereses no genera una comunidad. Todo lo más atrae a una -o con suerte- varias comunidades ya existentes… aunque seguramente no las integre.
  8. Las comunidades no nacen artificialmente simplemente porque se nos ocurrió hacerles una plataforma. Si queremos crear una comunidad no nos pongamos a crear servicios porque no funcionará. Los servicios sirven a una comunidad, no la generan. Crear una comunidad es construir una identidad. Tiene que ver con valores y experiencias compartidas. Algo que se desarrolla y crece con la interacción. Es entonces cuando los servicios son útiles, pero no antes. ¿Quieres crear una comunidad? Vuelve al off-line o encuentra una causa puntual tan potente que tras hacer una campaña virtual sus protagonistas se sientan emocional e intelectualmente tan ligados entre si como para querer seguir haciendo cosas juntos todos los días.
Mi comunidad no participa
Portugués Apertium

Criámos uma plataforma e há pouca participação? Dantes deixemos claras umas coisas básicas que o dospuntocerismo sempre esquece:

  1. O conjunto de utentes de um serviço não forma uma comunidade. Para que um grupo de pessoas formem uma comunidade tem que existir uma identidade comum, uma definição clara de quem forma o dêmos e um conhecimento mútuo entre eles (têm que formar uma rede distribuída). Logo a comunidade poderá crescer, mas o que é claro é que as comunidades humanas não se formam ao redor de serviços e ainda menos ao redor de sites.
  2. As comunidades usam os serviços, não se definem por eles. Do mesmo modo que não há uma comunidade de utentes da segurança social ou do transporte público, não há uma comunidade de utentes de feevy, flickr, blogger nem de nada que possamos criar, sequer seja pensando num perfil muito determinado.
  3. Participar não é o mesmo que interactuar. A interactividad entre seus membros pode ser uma medida da potência de uma comunidade ou do adequado de um serviço para uma rede concreta, mas não tem nada que ver com participar. Se interactúa com os outros, participa-se das ofertas do anfitrião. Interactuar tem lógica distribuída, participar tem lógica centralizada. Ao interactuar somos donos, ao participar somos seguidores. A cultura da participação não tem nada que ver com o modo de vida da interacção. A obsesión pelas votações não só pode supor geração artificial de escassez, o que fica longe da lógica comunitária.
  4. Votar serve para resolver conflitosÂ… e para nadamais . Os mecanismos de votação são a esencia do participativo: participas do de outros, não o fazes teu, não interactúas com outros, não se gera uma experiência vital comum que fortaleça os laços com outros. Se votar é nossa forma de relacionar-nos com os outros, esses outros nunca terão cara e nome próprio para nós. Votar aliena da relação humana interpersonal: não gera nem fortalece à comunidade, ao invés, a representa em frente à pessoa como algo abstracto e alheio.Não esqueçamos que numa comunidade o essencial não é o mecanismo de resolução de conflitos (as eventuais votações), senão a definição do dêmos. Não somos iguais porque participemos na mesma assembleia, senão que participamos da mesma assembleia porque nos reconhecemos previamente como iguais.
  5. As plataformas triunfam ou fracassam em relação a uma comunidade, não em abstracto. Se tenho uma comunidade como Exploradores, uma pequena rede de iguais que se conhecem e interactúan todos os dias, discutindo, mudando mensagens e enlaces entre se e abro um serviço como marcaprensa para lhes facilitar o que já fazem, o mais provável é que triunfe. Mas que quer dizer triunfo neste contexto? Simplesmente que lhes seja útil para interactuar entre eles. A expectativa não é ter muitos utentes, encuadrar gente, criar cercos pondo um selo de ganaderíaÂ… o objectivo é servir ao desenvolvimento de uma interacção que já existia previamente. Se nosso lugar de enlaces de repente ganha muitos utentes novos, gente que o prova e o usa para se ou para compartilhar com sua rede, mas não convence ou não é usado pelos membros de ExploradoresÂ… o serviço terá fracassado.
  6. A gente não existe. As coisas não se fazem para a gente, não existe um dêmos que seja a gente. Se abrimos um espaço para a gente ou convidamos a votar ou decidir um tema à gente estaremos em realidade convidando a qualquer grupo ou rede previamente organizada a apresentar seus interesses ou suas miradas como as do conjunto social, quando não a reventar os limites de uma comunidade realmente existente. É a armadilha habitual do a geração de escassez. Não definir o dêmos é a forma mais típica de apresentar como comunitário e democrático o que em realidade é todo o contrário. Exemplos? Abrir à gente em general as votações sobre o futuro Monopoly ou sobre o representante a enviar a Eurovisión produz resultados paradójicos porque o que estamos é precisamente reventando os limites do dêmos dos jogadores de monopoly ou os fãs de Eurovisión.
  7. Uma comunidade não é um tema de interesse. Oferecer serviços ou conteúdos para um determinado perfil de interesses não gera uma comunidade. Todo o mais atrai a uma -ou com sorte- várias comunidades já existentesÂ… ainda que seguramente não as integre.
  8. As comunidades não nascem artificialmente simplesmente porque se nos ocorreu lhes fazer uma plataforma. Se queremos criar uma comunidade não nos ponhamos a criar serviços porque não funcionará. Os serviços servem a uma comunidade, não a geram. Criar uma comunidade é construir uma identidade. Tem que ver com valores e experiências compartilhadas. Algo que se desenvolve e cresce com a interacção. É então quando os serviços são úteis, mas não dantes. Queres criar uma comunidade? Volta ao off-line ou encontra uma causa pontual tão potente que depois de fazer uma campanha virtual seus protagonistas se sentam emocional e intelectualmente tão unidos entre se como para querer seguir fazendo coisas juntos todos os dias.
Minha comunidade não participa
Galego Apertium

Creamos unha plataforma e hai pouca participación? Antes deixemos claras unhas cousas básicas que o dospuntocerismo sempre esquece:

  1. O conxunto de usuarios dun servizo non forma unha comunidade. Para que un grupo de persoas formen unha comunidade ten que existir unha identidade común, unha definición clara de quen forma o deamos e un coñecemento mutuo entre eles (teñen que formar unha rede distribuída). Daquela a comunidade poderá crecer, pero o que é claro é que as comunidades humanas non se forman ao redor de servizos e aínda menos ao redor de webs.
  2. As comunidades usan os servizos, non se definen por eles. Do mesmo xeito que non hai unha comunidade de usuarios da seguridade social ou do transporte público, non hai unha comunidade de usuarios de feevy, flickr, blogger nin de nada que podamos crear, sequera sexa pensando nun perfil moi determinado.
  3. Participar non é o mesmo que interactuar. A interactividad entre os seus membros pode ser unha medida da potencia dunha comunidade ou do adecuado dun servizo para unha rede concreta, pero non ten nada que ver con participar . Se interactúa cos outros, particípase das ofertas do anfitrión. Interactuar ten lóxica distribuída, participar ten lóxica centralizada. Ao interactuar somos donos, ao participar somos seguidores. A cultura da participación non ten nada que ver co modo de vida da interacción. A obsesión polas votaciones non só pode supoñer xeración artificial de escaseza, o que queda lonxe da lóxica comunitaria.
  4. Votar sirve para resolver conflitosÂ… e para nada máis. Os mecanismos de votación son a esencia do participativo: participas do doutros, non o fas teu, non interactúas con outros, non se xera unha experiencia vital común que fortalezca os lazos con outros. Si votar é a nosa forma de relacionarnos cos outros, esoutros nunca terán cara e nome propio para nós. Votar aliena da relación humana interpersonal: non xera nin fortalece á comunidade, ao contrario, represéntaa fronte á persoa como algo abstracto e alleo.Non esquezamos que nunha comunidade o esencial non é o mecanismo de resolución de conflitos (as eventuales votaciones), senón a definición do deamos. Non somos iguais porque participemos na mesma asemblea, senón que participamos da mesma asemblea porque nos recoñecemos previamente como iguais.
  5. As plataformas triunfan ou fracasan en relación a unha comunidade, non en abstracto. Si teño unha comunidade como Exploradores, unha pequena rede de iguais que se coñecen e interactúan todos os días, discutindo, cambiando mensaxes e enlaces entre si e abro un servizo como marcaprensa para facilitarlles o que xa fan, o máis probable é que triunfe. Pero que quere dicir triunfo neste contexto? Simplemente que lles sexa útil para interactuar entre eles. A expectativa non é ter moitos usuarios, encadrar xente, crear cercos poñendo un selo de ganaderíaÂ… o obxectivo é servir ao desenvolvemento dunha interacción que xa existía previamente. Si o noso sitio de enlaces de súpeto gaña moitos usuarios novos, xente que o proba e úsao para si ou para compartir coa súa rede, pero non convence ou non é usado polos membros de ExploradoresÂ… o servizo fracasaría.
  6. A xente non existe. As cousas non se fan para a xente, non existe un deamos que sexa a xente. Si abrimos un espazo para a xente ou invitamos a votar ou decidir un tema á xente estaremos en realidade invitando a calquera grupo ou rede previamente organizada a presentar os seus intereses ou as súas miradas como as do conxunto social, cando non a rebentar os límites dunha comunidade realmente existente. É a trampa habitual do a xeración de escaseza. Non definir o deamos é a forma máis típica de presentar como comunitario e democrático o que en realidade é todo o contrario. Exemplos? Abrir á xente en xeral as votaciones sobre o futuro Monopoly ou sobre o representante a enviar a Eurovisión produce resultados paradoxais porque o que estamos é precisamente rebentando os límites do deamos dos xogadores de monopoly ou os fans de Eurovisión.
  7. Unha comunidade non é un tema de interese. Ofrecer servizos ou contidos para un determinado perfil de intereses non xera unha comunidade. Todo o máis atrae a unha -ou con sorte- varias comunidades xa existentesÂ… aínda que seguramente non as integre.
  8. As comunidades non nacen artificialmente simplemente porque se nos ocorreu facerlles unha plataforma. Si queremos crear unha comunidade non nos poñamos a crear servizos porque non funcionará. Os servizos serven a unha comunidade, non a xeran. Crear unha comunidade é construír unha identidade. Ten que ver con valores e experiencias compartidas. Algo que se desenvolve e crece coa interacción. É entón cando os servizos son útiles, pero non antes. Queres crear unha comunidade? Volve ao off-line ou atopa unha causa puntual tan potente que tras facer unha campaña virtual os seus protagonistas síntanse emocional e intelectualmente tan ligados entre si como para querer seguir facendo cousas xuntos todos os días.
A miña comunidade non participa
Occitan Apertium

# # #el una plataforma e i a pauca participacion? Daissem abans claras unas causas basicas que lo dospuntocerismo desbremba totjorn:

  1. L'ensemble d'usatgièrs d'un servici forma pas una comunitat. Per que un grop de personas formen una comunitat li cal existir una identitat comuna, una definicion clara de qui forma lo donem e una coneissença mutuau entre eles (lor cal formar una ret distribuida). Après la comunitat poirà créisher, mas çò qu'es clar es que las comunitats umanas se forman pas a l'entorn de servicis e encara mens a l'entorn de webs.
  2. Las comunitats usan los servicis, se definisson pas per eles. De la meteissa manièra qu'i a pas una comunitat d'usatgièrs de la seguretat sociala o del transpòrt public, i a pas una comunitat d'usatgièrs de feevy, flickr, blogger ni de brica que poscam crear, siquiera siá en pensant en un perfil fòrça determinat.
  3. Participar es pas çò de meteis que interactuar. La interactividad entre las siás membras pòt èsser una mesura de la poténcia d'una comunitat o de çò d'avient d'un servici per una ret concrèta, mas a pas brica que veire amb participar. Se interactúa amb los autres, se participa de las ofèrtas del anfitrión. Interactuar A logica distribuida, participar a logica centralizada. Al interactuar sèm de proprietaris, al participar soi de seguidors. La cultura de la participacion a pas brica que veire amb la manièra de vida de l'interaccion. L'obsession per las votacions pòt non solament supausar generacion artificiala de escasez, çò que demòra luènh de la logica comunitària.
  4. Votar servís a resòlver de conflictesÂ… e per brica mai. Los mecanismes de votacion son l'esséncia de çò de participatiu: participas de çò de de autres, o fas pas tieu, pas interactúas amb d'autres, se genèra pas una experiéncia vitala comuna qu'enfortisca los laces amb d'autres. Se votar es la nòstra forma de nos ligar als autres, aquestes autres auràn jamai cara e nom pròpri per nosautres. Votar arrenguèira de la relacion umana interpersonal: genèra pas ni enfortís a la comunitat, al contrari, la representa tèsta a la persona coma qualquarren abstracto e alièn.Desbrembem pas qu'en una comunitat çò d'essencial es pas lo mecanisme de resolucion de conflictes (las eventualas votacions), mas la definicion del donem. Sèm pas parièrs pr'amor que participem en la meteissa assemblada, mas que participam de la meteissa assemblada pr'amor que nos reconeissèm prèviament coma parièras.
  5. Las plataformas trionfan o fracassan en relacion a una comunitat, pas en abstracto. S'ai una comunitat coma Exploradores, una pichona ret de parièras que se coneisson e interactúan totes los jorns, en discutint, en cambiant de messatges e enlaces entre s'e dobrissi un servici coma marcaprensa per lor facilitar çò que fan ja, çò mai probable es que trionfe. Mas qué vòl dire triomfe en aqueste contèxt? Simplament que lor siá util per interactuar entre eles. L'expectativa es pas aver fòrça usatgièrs, encuadrar de gents, crear de betas en ponent un sagèth de ramaderiaÂ… l'objectiu es servir al desvolopament d'una interaccion qu'existissiá ja prèviament. Se lo nòstre luòc de enlaces de repente ganha fòrça usatgièrs nòus, de gents qu'o pròva e o usa per s'o per partejar amb la siá ret, mas convenç pas o es pas usat pels membres de ExploradoresÂ… lo servici aurà fracassat.
  6. Las gents existís pas. Las causas se fan pas per las gents, existís pas un donem que siá las gents. Se dobrissèm un espaci per las gents o convidam a votar o decidir un tèma a las gents serem dins realitat en convidant a quin grop que siá o ret prèviament organizada a presentar los sieus interèsses o los sieus agaches coma las de l'ensemble social, quand pas a esvrentar los limits d'una comunitat vertadièrament existenta. Es la trapèla abituala de la la generacion de escasez. Pas definir lo donem es la forma mai tipica de presentar coma comunitari e democratic çò qu'en realitat es tot çò de contrari. Exemples? Dobrir a las gents en general las votacions sobratz lo futur Monopoly o envolopa lo representant a enviar a Eurovisión produsís de resultats paradójicos pr'amor que çò que sèm es en esvrentant justament los limits del donem dels jogaires de monopoly o los fans de Eurovisión.
  7. Una comunitat es pas un tèma d'interès. Ofrir de servicis o de contenguts per un determinat perfil d'interèsses genèra pas una comunitat. Tot çò atrai mai a una -o amb sòrt- divèrsa de comunitats ja existentasÂ… e mai se segurament pas las intègre.
  8. Las comunitats naisson pas artificialmente simplament pr'amor que se nos arribèt lor far una plataforma. Se volèm crear una comunitat nos ponam pas a crear de servicis pr'amor que foncionarà pas. Los servicis servisson a una comunitat, la genèran pas. Crear una comunitat es bastir una identitat. Li cal veire amb de valors e d'experiéncias partejadas. Qualquarren que se desvolòpa e creish amb l'interaccion. Es alavetz quand los servicis son utils, mas pas abans. Vòles crear una comunitat? Torna al off-line o tròba una causa puntuala tan potenta qu'après far una campanha virtuala las siás protagonistas se sèson emocional e intelectualmente tan ligats entre se coma per voler seguir en fasent de causas amassa totes los jorns.
La miá comunitat # # #el pas
Català Apertium

Vam crear una plataforma i hi ha poca participació? Abans deixem clares unes coses bàsiques que el dospuntocerismo sempre oblida:

  1. El conjunt d'usuaris d'un servei no forma una comunitat. Perquè un grup de persones formin una comunitat ha d'existir una identitat comuna, una definició clara de qui forma el donem i un coneixement mutu entre ells (han de formar una xarxa distribuïda). Després la comunitat podrà créixer, però el que és clar és que les comunitats humanes no es formen al voltant de serveis i encara menys al voltant de webs.
  2. Les comunitats usen els serveis, no es defineixen per ells. De la mateix manera que no hi ha una comunitat d'usuaris de la seguretat social o del transport públic, no hi ha una comunitat d'usuaris de feevy, flickr, blogger ni de res que puguem crear, si més no sigui pensant en un perfil molt determinat.
  3. Participar no és el mateix que interactuar. La interactividad entre els seus membres pot ser una mesura de la potència d'una comunitat o de l'adient d'un servei per a una xarxa concreta, però no té gens que veure amb participar. Es interactúa amb els altres, es participa de les ofertes de l'amfitrió. Interactuar té lògica distribuïda, participar té lògica centralitzada. Al interactuar som amos, al participar som seguidors. La cultura de la participació no té gens que veure amb la manera de vida de la interacció. L'obsessió per les votacions no només pot suposar generació artificial d'escassesa, el que queda lluny de la lògica comunitària.
  4. Votar serveix per a resoldre conflictesÂ… i per a res més. Els mecanismes de votació són l'essència del participativo: participes del d'uns altres, no ho fas teu, no interactúas amb uns altres, no es genera una experiència vital comuna que enforteixi els llaços amb uns altres. Si votar és la nostra forma de relacionar-nos amb els altres, aquests altres mai tindran cara i nom propi per a nosaltres. Votar aliena de la relació humana interpersonal: no genera ni enforteix a la comunitat, al contrari, la representa enfront de la persona com alguna cosa abstracte i aliè.No oblidem que en una comunitat l'essencial no és el mecanisme de resolució de conflictes (les eventuals votacions), sinó la definició del donem. No som iguals perquè participem en la mateixa assemblea, sinó que participem de la mateixa assemblea perquè ens reconeixem prèviament com iguals.
  5. Les plataformes triomfen o fracassen en relació a una comunitat, no en abstracte. Si tinc una comunitat com Exploradors, una petita xarxa d'iguals que es coneixen i interactúan tots els dies, discutint, canviant missatges i enllacis entre si i obro un servei com marcaprensa per a facilitar-los el que ja fan, el més probable és que triomfi. Però què vol dir triomf en aquest context? Simplement que els sigui útil per a interactuar entre ells. L'expectativa no és tenir molts usuaris, encuadrar gent, crear cèrcols posant un segell de ramaderiaÂ… l'objectiu és servir al desenvolupament d'una interacció que ja existia prèviament. Si el nostre lloc d'enllacis de repente guanya molts usuaris nous, gent que ho prova i ho usa per a si o per a compartir amb la seva xarxa, però no convenç o no és usat pels membres d'ExploradorsÂ… el servei haurà fracassat.
  6. La gent no existeix. Les coses no es fan per a la gent, no existeix un donem que sigui la gent. Si obrim un espai per a la gent o convidem a votar o decidir un tema a la gent estarem en realitat convidant a qualsevol grup o xarxa prèviament organitzada a presentar els seus interessos o les seves mirades com les del conjunt social, quan no a rebentar els límits d'una comunitat realment existent. És el parany habitual del la generació d'escassesa. No definir el donem és la forma més típica de presentar com comunitari i democràtic el que en realitat és tot el contrari. Exemples? Obrir a la gent en general les votacions sobre el futur Monopoly o sobre el representant a enviar a Eurovisió produeix resultats paradoxals perquè el que estem és precisament rebentant els límits del donem dels jugadors de monopoly o els fans d'Eurovisió.
  7. Una comunitat no és un tema d'interès. Oferir serveis o continguts per a un determinat perfil d'interessos no genera una comunitat. Tot el més atreu a una -o amb sort- diverses comunitats ja existentsÂ… encara que segurament no les integri.
  8. Les comunitats no neixen artificialment simplement perquè se'ns va ocórrer fer-los una plataforma. Si volem crear una comunitat no ens posem a crear serveis perquè no funcionarà. Els serveis serveixen a una comunitat, no la generen. Crear una comunitat és construir una identitat. Ha de veure amb valors i experiències compartides. Alguna cosa que es desenvolupa i creix amb la interacció. És llavors quan els serveis són útils, però no abans. Vols crear una comunitat? Torna al off-line o troba una causa puntual tan potent que després de fer una campanya virtual els seus protagonistes se sentin emocional i intelectualmente tan lligats entre si com per a voler seguir fent coses junts tots els dies.
La meva comunitat no participa

¿Creamos una plataforma y hay poca participación? Antes dejemos claras unas cosas básicas que el dospuntocerismo siempre olvida:

  1. El conjunto de usuarios de un servicio no forma una comunidad. Para que un grupo de personas formen una comunidad tiene que existir una identidad común, una definición clara de quien forma el demos y un conocimiento mutuo entre ellos (tienen que formar una red distribuida). Luego la comunidad podrá crecer, pero lo que es claro es que las comunidades humanas no se forman alrededor de servicios y aún menos alrededor de webs.
  2. Las comunidades usan los servicios, no se definen por ellos. Del mismo modo que no hay una comunidad de usuarios de la seguridad social o del transporte público, no hay una comunidad de usuarios de feevy, flickr, blogger ni de nada que podamos crear, siquiera sea pensando en un perfil muy determinado.
  3. Participar no es lo mismo que interactuar. La interactividad entre sus miembros puede ser una medida de la potencia de una comunidad o de lo adecuado de un servicio para una red concreta, pero no tiene nada que ver con participar. Se interactúa con los otros, se participa de las ofertas del anfitrión. Interactuar tiene lógica distribuida, participar tiene lógica centralizada. Al interactuar somos dueños, al participar somos seguidores. La cultura de la participación no tiene nada que ver con el modo de vida de la interacción. La obsesión por las votaciones no sólo puede suponer generación artificial de escasez, lo que queda lejos de la lógica comunitaria.
  4. Votar sirve para resolver conflictos… y para nada más. Los mecanismos de votación son la esencia de lo participativo: participas de lo de otros, no lo haces tuyo, no interactúas con otros, no se genera una experiencia vital común que fortalezca los lazos con otros. Si votar es nuestra forma de relacionarnos con los otros, esos otros nunca tendrán cara y nombre propio para nosotros. Votar aliena de la relación humana interpersonal: no genera ni fortalece a la comunidad, al contrario, la representa frente a la persona como algo abstracto y ajeno.No olvidemos que en una comunidad lo esencial no es el mecanismo de resolución de conflictos (las eventuales votaciones), sino la definición del demos. No somos iguales porque participemos en la misma asamblea, sino que participamos de la misma asamblea porque nos reconocemos previamente como iguales.
  5. Las plataformas triunfan o fracasan en relación a una comunidad, no en abstracto. Si tengo una comunidad como Exploradores, una pequeña red de iguales que se conocen e interactúan todos los días, discutiendo, cambiando mensajes y enlaces entre si y abro un servicio como marcaprensa para facilitarles lo que ya hacen, lo más probable es que triunfe. ¿Pero qué quiere decir triunfo en este contexto? Simplemente que les sea útil para interactuar entre ellos. La expectativa no es tener muchos usuarios, encuadrar gente, crear cercos poniendo un sello de ganadería… el objetivo es servir al desarrollo de una interacción que ya existía previamente. Si nuestro sitio de enlaces de repente gana muchos usuarios nuevos, gente que lo prueba y lo usa para si o para compartir con su red, pero no convence o no es usado por los miembros de Exploradores… el servicio habrá fracasado.
  6. La gente no existe. Las cosas no se hacen para la gente, no existe un demos que sea la gente. Si abrimos un espacio para la gente o invitamos a votar o decidir un tema a la gente estaremos en realidad invitando a cualquier grupo o red previamente organizada a presentar sus intereses o sus miradas como las del conjunto social, cuando no a reventar los límites de una comunidad realmente existente. Es la trampa habitual del la generación de escasez. No definir el demos es la forma más típica de presentar como comunitario y democrático lo que en realidad es todo lo contrario. ¿Ejemplos? Abrir a la gente en general las votaciones sobre el futuro Monopoly o sobre el representante a enviar a Eurovisión produce resultados paradójicos porque lo que estamos es precisamente reventando los límites del demos de los jugadores de monopoly o los fans de Eurovisión.
  7. Una comunidad no es un tema de interés. Ofrecer servicios o contenidos para un determinado perfil de intereses no genera una comunidad. Todo lo más atrae a una -o con suerte- varias comunidades ya existentes… aunque seguramente no las integre.
  8. Las comunidades no nacen artificialmente simplemente porque se nos ocurrió hacerles una plataforma. Si queremos crear una comunidad no nos pongamos a crear servicios porque no funcionará. Los servicios sirven a una comunidad, no la generan. Crear una comunidad es construir una identidad. Tiene que ver con valores y experiencias compartidas. Algo que se desarrolla y crece con la interacción. Es entonces cuando los servicios son útiles, pero no antes. ¿Quieres crear una comunidad? Vuelve al off-line o encuentra una causa puntual tan potente que tras hacer una campaña virtual sus protagonistas se sientan emocional e intelectualmente tan ligados entre si como para querer seguir haciendo cosas juntos todos los días.
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