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Jueves, 21 de Agosto de 2008Dios-Estado, nosotros, yoVersiones Latoc El debate abierto por el post en el que argumentaba por qué ya no publico en inglés ni comento la agenda cool, me dejó pensando. El debaté se extendió a partir de un comentario de Pere preguntándose por qué Javier Cañada habría abandonado el español y adoptado el inglés en su blog. Para mi aquello no tenía mucha relación con el post: Javier querría interactuar en una red profesional anglófona y lógicamente, cuando uno entra en una red conversacional lo primero que tiene que hacer es adoptar su idioma. No hay debate. Son opciones personales y profesionales. Nada que ver con lo que el post planteaba. La cuestión en el post era otra: qué estrategia lingüística ha de tomar una red, un debate, La opción de un individuo es estar en una red o en otra. Los individuos no tenemos estrategias lingüísticas. Nuestras estrategias políticas o profesionales pasan por unirnos al debate y la vida social de tal o cual red o -más raramente- intentar dar lugar a una. En cualquier caso, la lengua nos viene dada. Sin embargo existe otro ámbito donde la estrategia lingüística es relevante. Muchos nosotros diferentes, identidades, comunidades, empresas o sectores que mantienen una agenda de temas en debate propia, que quieren seguir manteniéndola, que se articulan como red en un idioma determinado y que en función del idioma que elijan para proyectarse tomaran un rol u otro a nivel global y en cada lugar. Lo que me hace reflexionar es que se entienda que un estado promueva una lengua con naturalidad y de ahí se salte directamente a la elección individual de red, pero no se entienda que las redes, las comunidades reales de personas, tengan estrategias propias hacia su exterior. Y me preocupa. Creo que tiene que ver con la protestantización de nuestra cultura. En las teologías católica y sunní que han dado forma a las tradiciones culturales mediterráneas, entre Dios (o el estado) y los individuos existía un ámbito diferente y propio, lo social, la comunidad que de un modo u otro siempre estuvo presente. Por eso en nuestro mundo cultural no existen propiamente individuos, somos personas, definidos y desarrollados en red. La Teología protestante es otra cosa: la relación es directa, no mediada Está Diós (o el estado) y por otro lado el individuo pequeño, solitario frente a su grandeza. La lógica protestante no piensa en red o en todo caso piensa la red como algo inerte, como un producto de la interacción entre individuos, no como un terreno previo, necesario y a su vez alimentado por la interacción. Por eso en esos parámetros (anglos por cierto) es tan difícil distinguir entre participación e interacción. El problema de ese enfoque es que con él resulta más fácil adjudicar una estrategia, una voluntad a una comunidad imaginada (los hispanoparlantes, los españoles, los latinoamericanos ) que a una comunidad real de personas en la que conozco los nombres de cada uno (mi red, mis redes). Y sin embargo, las estrategias colectivas que sirvan a las personas tendrán por sujeto a redes reales de personas reales. Pensar en red es pensar desde una comunidad concreta, no desde identidades imaginarias, no desde el lugar del estado ni tampoco disolviendo lo político (o lo social) en un conjunto de elecciones individuales descoordinadas2. Notas al post1. Porque el hecho es que, a diferencia de lo que los anglófilos peroran, colgarse del nodo informativo-discursivo anglo no supone globalizarse, sino subsumirse en una agenda ajena. Allá, fuera de nuestro campo lingüístico, la mayoría de los debates, la mayoría de las redes, no se articulan en inglés sino en un mosaico diverso de lenguas que el inglés no interconecta porque la anglosfera y en general el anglomundo, no se molesta en traducir y aún menos en retransmitir lo que dicen a otras esferas lingüísticas. La trampa de invitar a los demás a emitir en inglés reside en que lo que será retransmitido, en todo caso, serán tus aportes a su agenda (y casi siempre como caso particular que ilumine su visión general) pero no tu propia agenda. Las respuestas a sus preguntas, no las preguntas mismas. 2. Lo que, si se piensa bien, viene a ser lo que propugna Creative Commons: poner coto al monopolio llamado propiedad intelectual mediante el uso de licencias más o menos restrictivas, sin necesidad de cambiar nada más allá de los permisos de uso que otorguemos a nuestras propias obras. En sentido opuesto el Movimiento por la Devolución pretende una reforma legal a todas luces más práctica. Dios-Estado, nosotros, yo O debate aberto pelo pós no que argumentava por que já não publico em inglês nem comento a agenda cool, me deixou pensando. O debaté estendeu-se a partir de um comentário de Pere perguntando-se por que Javier Cañada teria abandonado o espanhol e adoptado o inglês em seu blog. Para meu aquilo não tinha muita relação com o pós: Javier quereria interactuar numa rede profissional anglófona e logicamente, quando um entra numa rede conversacional o primeiro que tem que fazer é adoptar seu idioma. Não há debate. São opções pessoais e profissionais. Nada que ver com o que o pós propunha. A questão no pós era outra: que estratégia linguística tem de tomar uma rede, um debate, A opção de um indivíduo é estar numa rede ou em outra. Os indivíduos não temos estratégias linguísticas. Nossas estratégias políticas ou profissionais passam por unir-nos ao debate e a vida social de tal ou qual rede ou -mais raramente- tentar dar lugar a uma. Em qualquer caso, a língua vem-nos dada. No entanto existe outro âmbito onde a estratégia linguística é relevante. Muitos nós diferentes, identidades, comunidades, empresas ou sectores que mantêm uma agenda de temas em debate própria, que querem seguir a mantendo, que se articulam como rede num idioma determinado e que em função do idioma que elejam para se projectar tomassem um papel ou outro a nível global e na cada lugar. O que me faz reflexionar é que se entenda que um estado promova uma língua com naturalidad e daí se saia #te directamente à eleição individual de rede, mas não se entenda que as redes, as comunidades reais de pessoas, tenham estratégias próprias para seu exterior. E preocupa-me. Acho que tem que ver com a protestantización de nossa cultura. Nas teologías católica e sunní que deram forma às tradições culturais mediterráneas, entre Deus (ou o estado) e os indivíduos existia um âmbito diferente e próprio, o social, a comunidade que de um modo ou outro sempre esteve presente. Por isso em nosso mundo cultural não existem propriamente indivíduos, somos pessoas, definidos e desenvolvidos em rede. A Teología protestante é outra coisa: a relação é directa, não mediada Está Diós (ou o estado) e por outro lado o indivíduo pequeno, solitário em frente a sua grandeza. A lógica protestante não pensa em rede ou em todo caso pensa a rede como algo inerte, como um produto da interacção entre indivíduos, não como um terreno prévio, necessário e a sua vez alimentado pela interacção. Por isso nesses parámetros (anglos por verdadeiro) é tão difícil distinguir entre participação e interacção. O problema desse enfoque é que com ele resulta mais fácil adjudicar uma estratégia, uma vontade a uma comunidade imaginada (os hispanoparlantes, os espanhóis, os latinoamericanos ) que a uma comunidade real de pessoas na que conheço os nomes da cada um (minha rede, minhas redes). E no entanto, as estratégias colectivas que sirvam às pessoas terão por sujeito a redes reais de pessoas reais. Pensar em rede é pensar desde uma comunidade concreta, não desde identidades imaginarias, não desde o lugar do estado nem também não dissolvendo o político (ou o social) num conjunto de eleições individuais descoordinadas2. Notas ao pós1. Porque o facto é que, a diferença do que os anglófilos peroran, se pendurar do nodo informativo-discursivo anglo não supõe globalizarse, senão subsumirse numa agenda alheia. Lá, fora de nosso campo linguístico, a maioria dos debates, a maioria das redes, não se articulam em inglês senão num mosaico diverso de línguas que o inglês não interconecta porque a anglosfera e em general o anglomundo, não se molesta em traduzir e ainda menos em retransmitir o que dizem a outras esferas linguísticas. A armadilha de convidar aos demais a emitir em inglês reside em que o que será retransmitido, em todo caso, serão teus contribuas a sua agenda (e quase sempre como caso particular que alumie sua visão geral) mas não tua própria agenda. As respostas a suas perguntas, não as perguntas mesmas. 2. O que, se se pensa bem, vem a ser o que propugna Creative Commons: pôr coto ao monopólio chamado propriedade intelectual mediante o uso de licenças mais ou menos restrictivas, sem necessidade de mudar nada para além das permissões de uso que outorguemos a nossas próprias obras. Em sentido oposto o Movimento pela Devolução pretende uma reforma legal a todas luzes mais prática. Deus-Estado, nós, eu O debate aberto polo post no que argumentaba por que xa non publico en inglés nin comento a axenda cool, deixoume pensando. O debaté estendeuse a partir dun comentario de Pere preguntándose por que Javier Cañada abandonaría o español e adoptado o inglés no seu blog. Para o meu aquilo non tiña moita relación co post: Javier querería interactuar nunha rede profesional anglófona e lógicamente, cando un entra nunha rede conversacional o primeiro que ten que facer é adoptar o seu idioma. Non hai debate. Son opcións persoais e profesionais. Nada que ver co que o post suscitaba. A cuestión no post era outra: que estratexia lingüística ha de tomar unha rede, un debate, A opción dun individuo é estar nunha rede ou noutra. Os individuos non temos estratexias lingüísticas. As nosas estratexias políticas ou profesionais pasan por unirnos ao debate e a vida social de tal ou cal rede ou -máis raramente- intentar dar lugar a unha. En calquera caso, a lingua vénnos dada. Con todo existe outro ámbito onde a estratexia lingüística é relevante. Moitos nós diferentes, identidades, comunidades, empresas ou sectores que manteñen unha axenda de temas en debate propia, que queren seguir manténdoa, que se articulan como rede nun idioma determinado e que en función do idioma que elixan para proxectarse tomasen un rol ou outro a nivel global e en cada lugar. O que me fai reflexionar é que se entenda que un estado promueva unha lingua con naturalidade e de aí #saír #che directamente á elección individual de rede, pero non se entenda que as redes, as comunidades reais de persoas, teñan estratexias propias cara ao seu exterior. E preocúpame. Creo que ten que ver coa protestantización da nosa cultura. Nas teoloxías católica e sunní que deron forma ás tradicións culturais mediterráneas, entre Deus (ou o estado) e os individuos existía un ámbito diferente e propio, o social, a comunidade que dun modo ou outro sempre estivo presente. Por iso no noso mundo cultural non existen propiamente individuos, somos persoas, definidos e desenvolvidos en rede. A Teoloxía protestante é outra cousa: a relación é directa, non mediada Está Diós (ou o estado) e doutra banda o individuo pequeno, solitario fronte á súa grandeza. A lóxica protestante non pensa en rede ou en todo caso pensa a rede como algo inerte, como un produto da interacción entre individuos, non como un terreo previo, necesario e á súa vez alimentado pola interacción. Por iso neses parámetros (anglos por certo) é tan difícil distinguir entre participación e interacción. O problema dese enfoque é que con el resulta máis fácil adxudicar unha estratexia, unha vontade a unha comunidade imaxinada (os hispanoparlantes, os españois, os latinoamericanos ) que a unha comunidade real de persoas na que coñezo os nomes de cada un (a miña rede, as miñas redes). E con todo, as estratexias colectivas que sirvan ás persoas terán por suxeito a redes reais de persoas reais. Pensar en rede é pensar desde unha comunidade concreta, non desde identidades imaxinarias, non desde o lugar do estado nin tampouco disolvendo o político (ou o social) nun conxunto de eleccións individuais descoordinadas2. Notas ao post1. Porque o feito é que, a diferenza do que os anglófilos peroran, colgarse do nodo informativo-discursivo anglo non supón globalizarse, senón subsumirse nunha axenda allea. Alá, fóra do noso campo lingüístico, a maioría dos debates, a maioría das redes, non se articulan en inglés senón nun mosaico diverso de linguas que o inglés non interconecta porque a anglosfera e en xeral o anglomundo, non se molesta en traducir e aínda menos en retransmitir o que din a outras esferas lingüísticas. A trampa de invitar aos demais a emitir en inglés reside en que o que será retransmitido, en todo caso, serán os teus aportes á súa axenda (e case sempre como caso particular que ilumine a súa visión xeral) pero non a túa propia axenda. As respostas ás súas preguntas, non as preguntas mesmas. 2. O que, si pénsase ben, vén ser o que propugna Creative Commons: poñer coto ao monopolio chamado propiedade intelectual mediante o uso de licenzas máis ou menos restrictivas, sen necesidade de cambiar nada máis aló dos permisos de uso que outorguemos a nosas propias obras. En sentido oposto o Movemento pola Devolución pretende unha reforma legal de xeito evidente máis práctica. Deus-Estado, nós, eu Lo debat dubèrt pel post que # en el perqué publiqui pas mai en anglés ni comenti l'agenda cool, me daissèt en pensant. Lo debaté s'estendèt tre un comentari de Pere en se preguntant perqué Javier Cañada auriá abandonat l'espanhòl e adoptat l'anglés en lo sieu blog. Per lo mieu aquò aviá pas fòrça relacion amb lo post: Javier voldriá interactuar en una ret professionala anglófona e logicament, quand òm entra dins una ret conversacionala çò de primièr que li cal far es adoptar lo sieu idiòma. I a pas debat. Son opcions personalas e professionalas. Brica que veire amb çò que lo post sometiá. L'afar en lo post èra d'autra: quina estrategia lingüistica a de prene una ret, un debat, L'opcion d'un individu es èsser en una ret o en d'autra. Los individus avèm pas d'estrategias lingüisticas. Las nòstras estrategias politicas o de professionalas passan per nos jónher al debat e la vida sociala de tala o cual ret o -mai rarament- ensajar donar luòc a òm. En quin cas que siá, la lenga nos ven donada. Malgrat aiçò existís d'autre contorn a on l'estrategia lingüistica es considerabla. Fòrça nosautres desparièrs, d'identitats, de comunitats, d'entrepresas o de sectors que mantenon una agenda de tèmas en debat pròpri, que vòlon seguir en la mantenent, que se articulan coma ret en un idiòma determinat e qu'en foncion de l'idiòma qu'escuelhan per se projectar prenguèsson un ròtle o d'autre a nivèl global e en cada luòc. Çò Que me fa soscar es que s'entenda qu'un estat promòga una lenga amb naturalitat e de se sort aicí #te dirèctament a l'eleccion individuala de ret, mas s'entenda pas que las rets, las comunitats realas de personas, ajatz d'estrategias pròprias cap a la siá exteriora. E me preocupa. Creï que li cal veire amb la protestantización de la nòstra cultura. En las teologias catolicas e sunní qu'an donat forma a las tradicions culturalas mediterranèas, entre Dieu (o l'estat) e los individus existissiá un contorn desparièr e pròpri, çò de social, la comunitat que d'una manièra o un autre foguèt totjorn presenta. Per aquò dins lo nòstre mond cultural existisson pas pròpriament d'individus, sèm de personas, definits e desvolopats en ret. La Teologia protestante es d'autra causa: la relacion es dirècta, pas intervenguda Es Diós (o l'estat) e d'autra banda l'individu pichon, solitari front a la siá grandesa. La logica protestante pensa pas en ret o en tot cas pensa la ret coma qualquarren inerte, coma un produch de l'interaccion entre d'individus, pas coma un terren prealable, de besonh e a lo sieu còp alimentat per l'interaccion. Per aquò en aquestes paramètres (anglos per cèrt) es tan malaisit distinguir entre participacion e interaccion. Lo problèma d'aqueste enfoque es qu'amb el resulta mai facil adjudicar una estrategia, una volontat a una comunitat imaginada (los hispanoparlantes, los espanhòles, los latinoamericanos ) qu'a una comunitat reala de personas que coneissi en el los noms de cadun (la miá ret, las miás rets). E malgrat aiçò, las estrategias collectivas que serviscan a las personas auràn per subjècte a de rets realas de personas realas. Pensar en ret es pensar dempuèi una comunitat concrèta, pas dempuèi d'identitats imaginàrias, pas dempuèi lo luòc de l'estat ni en dissolvent tanpauc çò de politic (o çò de social) en un ensemble d'eleccions individualas descoordinadas2. Nòtas al post1. Pr'amor que lo fach es que, a diferéncia de çò que los anglófilos peroran, se penjar del nodo informatiu-discursivo anglo supausa pas globalizarse, mas subsumirse en una agenda alièna. Ailà, fòra de lo nòstre camp lingüistic, la majoritat dels debats, la majoritat de las rets, pas se articulan en anglés mas en un mosaico divèrs de lengas que l'anglés pas interconecta pr'amor que la anglosfera e en general lo anglomundo, se shòrda pas en revirar e encara mens en retransmitir çò que dison a d'autras esfèras lingüisticas. La trapèla de convidar als autres a emetre en anglés residís en que çò que serà retransmitido, en tot cas, seràn los tieus apòrtes a la siá agenda (e gaireben totjorn coma cas particular qu'illumine la siá vision generala) mas pas la tiá pròpria agenda. Las responsas a las siás questions, pas las questions meteissas. 2. Çò Que, se se pensa plan, ven a èsser çò que propugna Creative Commons: póner coto al monopòli cridat proprietat intellectuala mejançant l'emplec de licéncias mai o mens restrictivas, sens besonh de cambiar brica mai ailà dels permises d'emplec qu'autregem a las nòstras pròprias òbras. En de sens opausat lo Movement per la Devolucion preten una reforma legala a totes lums mai practics. Dieu-Estat, nosautres, ieu El debat obert pel post en el qual argumentava per què ja no publico en anglès ni comento l'agenda cool, em va deixar pensant. El debaté es va estendre a partir d'un comentari de Pere preguntant-se per què Javier Cañada hauria abandonat l'espanyol i adoptat l'anglès en el seu blog. Per al meu allò no tenia molta relació amb el post: Javier voldria interactuar en una xarxa professional anglófona i lògicament, quan un entra en una xarxa conversacional el primer que ha de fer és adoptar el seu idioma. No hi ha debat. Són opcions personals i professionals. Gens que veure amb el que el post plantejava. La qüestió en el post era altra: quina estratègia lingüística ha de prendre una xarxa, un debat, L'opció d'un individu és estar en una xarxa o en una altra. Els individus no tenim estratègies lingüístiques. Les nostres estratègies polítiques o professionals passen per unir-nos al debat i la vida social de tal o com xarxa o -més rarament- intentar donar lloc a una. En qualsevol cas, la llengua ens ve donada. No obstant això existeix un altre àmbit on l'estratègia lingüística és rellevant. Molts nosaltres diferents, identitats, comunitats, empreses o sectors que mantenen una agenda de temes en debat pròpia, que volen seguir mantenint-la, que s'articulen com xarxa en un idioma determinat i que en funció de l'idioma que triïn per a projectar-se prenguessin un rol o un altre a nivell global i en cada lloc. El que em fa reflexionar és que s'entengui que un estat promogui una llengua amb naturalitat i d'aquí se surt-te directament a l'elecció individual de xarxa, però no s'entengui que les xarxes, les comunitats reals de persones, tinguin estratègies pròpies cap al seu exterior. I em preocupa. Crec que ha de veure amb la protestantización de la nostra cultura. En les teologies catòlica i sunní que han donat forma a les tradicions culturals mediterrànies, entre Déu (o l'estat) i els individus existia un àmbit diferent i propi, el social, la comunitat que d'una manera o un altre sempre va estar present. Per això en el nostre món cultural no existeixen pròpiament individus, som persones, definits i desenvolupats en xarxa. La Teologia protestant és una altra cosa: la relació és directa, no intervinguda Està Diós (o l'estat) i d'altra banda l'individu petit, solitari enfront de la seva grandesa. La lògica protestant no pensa en xarxa o en tot cas pensa la xarxa com alguna cosa inerte, com un producte de la interacció entre individus, no com un terreny previ, necessari i al seu torn alimentat per la interacció. Per això en aquests paràmetres (anglos per cert) és tan difícil distingir entre participació i interacció. El problema d'aquest enfocament és que amb ell resulta més fàcil adjudicar una estratègia, una voluntat a una comunitat imaginada (els hispanoparlantes, els espanyols, els llatinoamericans ) que a una comunitat real de persones en la qual conec els noms de cadascun (la meva xarxa, les meves xarxes). I no obstant això, les estratègies col·lectives que serveixin a les persones tindran per subjecte a xarxes reals de persones reals. Pensar en xarxa és pensar des d'una comunitat concreta, no des d'identitats imaginàries, no des del lloc de l'estat ni tampoc dissolent el polític (o el social) en un conjunt d'eleccions individuals descoordinadas2. Notes al post1. Perquè el fet és que, a diferència del que els anglófilos peroran, penjar-se del node informatiu-discursivo anglo no suposa globalizarse, sinó subsumirse en una agenda aliena. Allà, fora del nostre camp lingüístic, la majoria dels debats, la majoria de les xarxes, no s'articulen en anglès sinó en un mosaico divers de llengües que l'anglès no interconecta perquè la anglosfera i en general el anglomundo, no es molesta a traduir i encara menys a retransmetre el que diuen a altres esferes lingüístiques. El parany de convidar als altres a emetre en anglès resideix que el que serà retransmès, en tot cas, seran els teus aportis a la seva agenda (i gairebé sempre com cas particular que il·lumini la seva visió general) però no la teva pròpia agenda. Les respostes a les seves preguntes, no les preguntes mateixes. 2. El que, si es pensa bé, ve a ser el que propugna Creative Commons: posar vedat al monopoli anomenat propietat intel·lectual mitjançant l'ús de llicències més o menys restrictives, sense necessitat de canviar res més enllà dels permisos d'ús que atorguem a les nostres pròpies obres. En sentit oposat el Moviment per la Devolució pretén una reforma legal a totes llums més pràctica. Déu-Estat, nosaltres, jo
El debate abierto por el post en el que argumentaba por qué ya no publico en inglés ni comento la agenda cool, me dejó pensando. El debaté se extendió a partir de un comentario de Pere preguntándose por qué Javier Cañada habría abandonado el español y adoptado el inglés en su blog. Para mi aquello no tenía mucha relación con el post: Javier querría interactuar en una red profesional anglófona y lógicamente, cuando uno entra en una red conversacional lo primero que tiene que hacer es adoptar su idioma. No hay debate. Son opciones personales y profesionales. Nada que ver con lo que el post planteaba. La cuestión en el post era otra: qué estrategia lingüística ha de tomar una red, un debate, La opción de un individuo es estar en una red o en otra. Los individuos no tenemos estrategias lingüísticas. Nuestras estrategias políticas o profesionales pasan por unirnos al debate y la vida social de tal o cual red o -más raramente- intentar dar lugar a una. En cualquier caso, la lengua nos viene dada. Sin embargo existe otro ámbito donde la estrategia lingüística es relevante. Muchos nosotros diferentes, identidades, comunidades, empresas o sectores que mantienen una agenda de temas en debate propia, que quieren seguir manteniéndola, que se articulan como red en un idioma determinado y que en función del idioma que elijan para proyectarse tomaran un rol u otro a nivel global y en cada lugar. Lo que me hace reflexionar es que se entienda que un estado promueva una lengua con naturalidad y de ahí se salte directamente a la elección individual de red, pero no se entienda que las redes, las comunidades reales de personas, tengan estrategias propias hacia su exterior. Y me preocupa. Creo que tiene que ver con la protestantización de nuestra cultura. En las teologías católica y sunní que han dado forma a las tradiciones culturales mediterráneas, entre Dios (o el estado) y los individuos existía un ámbito diferente y propio, lo social, la comunidad que de un modo u otro siempre estuvo presente. Por eso en nuestro mundo cultural no existen propiamente individuos, somos personas, definidos y desarrollados en red. La Teología protestante es otra cosa: la relación es directa, no mediada Está Diós (o el estado) y por otro lado el individuo pequeño, solitario frente a su grandeza. La lógica protestante no piensa en red o en todo caso piensa la red como algo inerte, como un producto de la interacción entre individuos, no como un terreno previo, necesario y a su vez alimentado por la interacción. Por eso en esos parámetros (anglos por cierto) es tan difícil distinguir entre participación e interacción. El problema de ese enfoque es que con él resulta más fácil adjudicar una estrategia, una voluntad a una comunidad imaginada (los hispanoparlantes, los españoles, los latinoamericanos ) que a una comunidad real de personas en la que conozco los nombres de cada uno (mi red, mis redes). Y sin embargo, las estrategias colectivas que sirvan a las personas tendrán por sujeto a redes reales de personas reales. Pensar en red es pensar desde una comunidad concreta, no desde identidades imaginarias, no desde el lugar del estado ni tampoco disolviendo lo político (o lo social) en un conjunto de elecciones individuales descoordinadas2. Notas al post1. Porque el hecho es que, a diferencia de lo que los anglófilos peroran, colgarse del nodo informativo-discursivo anglo no supone globalizarse, sino subsumirse en una agenda ajena. Allá, fuera de nuestro campo lingüístico, la mayoría de los debates, la mayoría de las redes, no se articulan en inglés sino en un mosaico diverso de lenguas que el inglés no interconecta porque la anglosfera y en general el anglomundo, no se molesta en traducir y aún menos en retransmitir lo que dicen a otras esferas lingüísticas. La trampa de invitar a los demás a emitir en inglés reside en que lo que será retransmitido, en todo caso, serán tus aportes a su agenda (y casi siempre como caso particular que ilumine su visión general) pero no tu propia agenda. Las respuestas a sus preguntas, no las preguntas mismas. 2. Lo que, si se piensa bien, viene a ser lo que propugna Creative Commons: poner coto al monopolio llamado propiedad intelectual mediante el uso de licencias más o menos restrictivas, sin necesidad de cambiar nada más allá de los permisos de uso que otorguemos a nuestras propias obras. En sentido opuesto el Movimiento por la Devolución pretende una reforma legal a todas luces más práctica. Guardado por David de Ugarte en su moleskine a las 8:43 am
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